Sistema brasileiro de proteção ao direito autoral impede artistas de ganhar dinheiro.
A legislação e o sistema autoral brasileiro simplesmente impede que artistas possam comercializar seus trabalhos musicais.
Vejam este caso:
Para fazer cópias de um CD em qualquer uma das fábricas como a Sonopress, por exemplo, o autor das músicas é OBRIGADO a filiar-se a uma sociedade arrecadadora tal como ABRAMUS, AMAR, SICAM SOCIMPRO etc.
Se você está associado a uma destas organizações, você não pode utilizar os os serviços de comercialização de sites como o Jamendo (www.jamendo.com). O Jamendo Pro (www.jamendo.pro) organiza oferta e demanda de artistas, produtoras, rádios etc... e oferece aos dois extremas desta relação bom material, baixo custo e boa remuneração. Um sistema simples e com poucos intermediários. Uma forma muito mais interessante do artista ser remunerado por sua música do que vender CDs na FNAC.
Vamos analisar esta situação: As sociedades foram criadas para, junto àquela coisa maravilhosa chamada ECAD, concentrarem a arrecadação da vehiculação de fonogramas pelo Brasil e pelo mundo. Estas organizações atuam principalmente junto a selos e festivais de música (provavelmente porque desconhecem a Internet ainda).
Os selos ou gravadoras dos artistas independentes (99% do total de artistas do planeta terra) não tem menor condição de fazer publicidade e negociar vendas para cada um dos artistas de seu cast. Por esse motivo, o fazem muito mal ou simplesmente não o fazem.
Alguns serviços como o Jamendo ou a Last.FM têm conseguido fazer isto de forma alternativa e muito interessante. O destaque é para o jamendo que, além de remunerar bem o artista, mantém uma comunicação humanizada com os usuários quando isso faz-se necessário.
Bem... graças ao ECAD e a legislação brasileira que OBRIGA o artista a associar-se a uma destas sociedades arrecadadoras, o músico brasileiro não pode autorizar o Jamendo a comercializar sua música para sincronizá-la em um filme, ou seja lá o que for.
Moral da história: se o ECAD e as sociedades arrecadadoras não vão receber dinheiro, então ninguém mais vai.
Genial não?
Alguém tem alguma solução para isto?
Pensei numa: Se o artista não prensar capias oficiais de seu CD mas sim cópias piratas, ele permanece livre para decidir o que deve acontecer com sua obra já que não precisa estar associado a ninguem.
No sistema cultural contemporâneo, a pirataria é obrigatória!
Vejam este caso:
Para fazer cópias de um CD em qualquer uma das fábricas como a Sonopress, por exemplo, o autor das músicas é OBRIGADO a filiar-se a uma sociedade arrecadadora tal como ABRAMUS, AMAR, SICAM SOCIMPRO etc.
Se você está associado a uma destas organizações, você não pode utilizar os os serviços de comercialização de sites como o Jamendo (www.jamendo.com). O Jamendo Pro (www.jamendo.pro) organiza oferta e demanda de artistas, produtoras, rádios etc... e oferece aos dois extremas desta relação bom material, baixo custo e boa remuneração. Um sistema simples e com poucos intermediários. Uma forma muito mais interessante do artista ser remunerado por sua música do que vender CDs na FNAC.
Vamos analisar esta situação: As sociedades foram criadas para, junto àquela coisa maravilhosa chamada ECAD, concentrarem a arrecadação da vehiculação de fonogramas pelo Brasil e pelo mundo. Estas organizações atuam principalmente junto a selos e festivais de música (provavelmente porque desconhecem a Internet ainda).
Os selos ou gravadoras dos artistas independentes (99% do total de artistas do planeta terra) não tem menor condição de fazer publicidade e negociar vendas para cada um dos artistas de seu cast. Por esse motivo, o fazem muito mal ou simplesmente não o fazem.
Alguns serviços como o Jamendo ou a Last.FM têm conseguido fazer isto de forma alternativa e muito interessante. O destaque é para o jamendo que, além de remunerar bem o artista, mantém uma comunicação humanizada com os usuários quando isso faz-se necessário.
Bem... graças ao ECAD e a legislação brasileira que OBRIGA o artista a associar-se a uma destas sociedades arrecadadoras, o músico brasileiro não pode autorizar o Jamendo a comercializar sua música para sincronizá-la em um filme, ou seja lá o que for.
Moral da história: se o ECAD e as sociedades arrecadadoras não vão receber dinheiro, então ninguém mais vai.
Genial não?
Alguém tem alguma solução para isto?
Pensei numa: Se o artista não prensar capias oficiais de seu CD mas sim cópias piratas, ele permanece livre para decidir o que deve acontecer com sua obra já que não precisa estar associado a ninguem.
No sistema cultural contemporâneo, a pirataria é obrigatória!
Marcadores: Axial, Creative Commons, direito autoral, ECAD, jamendo, pirataria
